parece que já há muito a serra conhece o nosso toque. aqui amamo-nos livremente. aqui não há regras nem sociedade. podemos fazer aquilo que o nosso corpo pede, sem que isso nos pareça errado. quem julga são os outros, não nós.
por isso tenho de agradecer às árvores que nos escondem da realidade que todos os dias aceita-mos, não como nossa, mas como meio onde somos forçados a viver. é como se as vossas raízes aqui estivessem, em montanhas, e as nossas ali, em cimento.
